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A Volvo andou a atirar carros ao chão de uma altura de 30 metros!

Já tinha pensado em atirar o seu carro de uma altura de 30 metros para avaliar a segurança dele? A Volvo fez exatamente isso!

É preciso ter um compromisso absoluto com a segurança rodoviária para fazer o que a Volvo fez. Ao invés de fornecer carros já danificados para ajudar os especialistas em resgate, a Volvo destruiu carros… novos!

Nessa medida, para que os serviços de resgate estejam mais bem preparados, a Volvo atirou para o chão, de uma altura de 30 metros, vários modelos, com a ajuda de um guindaste.

Esta abordagem ajudou a simular adequadamente os danos encontrados nos cenários de colisão mais extremos como por exemplo: acidentes com um único automóvel a alta velocidade; acidentes em que um automóvel embate com um camião a alta velocidade ou acidentes em que um automóvel é atingido lateralmente com gravidade.

Nestas situações, é muito provável que os ocupantes do veículo estejam em estado crítico. A prioridade passa a ser tirar as pessoas do automóvel e levá-las ao hospital o mais rapidamente possível, usando ferramentas de resgate hidráulicas.  Os especialistas em resgates falam frequentemente da “hora de ouro” – nessa hora tem de ser possível fazer o resgate e levar o paciente ao hospital.

O resultado de toda esta investigação será compilado num extenso relatório de pesquisa. Este relatório será disponibilizado gratuitamente para utilização dos trabalhadores de resgate de outras entidades.

Na realização destes testes foram utilizados 10 Volvo, de modelos diferentes. Antes da queda, os engenheiros de segurança da Volvo fizeram cálculos sobre a quantidade de pressão e força a que cada automóvel precisa de estar sujeito para atingir um nível de dano consequente.

 “Esta foi a primeira vez que deixámos cair automóveis de um guindaste pois normalmente utilizávamos apenas colisões em laboratório. Sabíamos que veríamos deformações extremas após o teste, e fizemos isso para dar à equipa de resgate um verdadeiro desafio para trabalhar” sublinhou Håkan Gustafson, investigador sénior da divisão Volvo Cars Traffic