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Ineos junta-se à Hyundai para “fazer o hidrogénio acontecer”

O gigante da petroquímica vai juntar forças com o gigante sul coreano para que a pilha de combustível avance definitivamente.

A Ineos lançou-se na produção automóvel com o Grenadier, um SUV 4×4 que replica muitas das ideias e do estilo do Land Rover Defender da anterior geração. Previsto ter produção em Portugal, acabou por não acontecer.

Apresentado o carro, a Ineos vira-se para a Hyundai para que o Grenadier abandone, por exemplo, os motores a gasolina e a gasóleo de seis cilindros oriundos da BMW, por unidades elétricas com pilha de combustível de hidrogénio.

A Ineos junta-se à Hyundai para colocar no se SUV a motorização com pilha de combustível. Recordamos que a Hyundai desde 2013 que tenta controlar o hidrogénio e que vende, embora com volumes muito baixos, modelos com essa tecnologia.

As duas empresas vão trabalhar no sentido de tentar massificar a utilização do hidrogénio. Sendo que a união da Hyundai com a Ineos é curiosa. A empresa britânica produz 300 mil toneladas de hidrogénio por ano e, por isso, pode ser instrumental na organização de uma rede de carregamento e oferecer, assim, a infraestrutura necessária para massificar a utilização dos carros a hidrogénio.

A Ineos tem tudo a ganhar com esta colaboração. Acelerar a economia assente no hidrogénio ira abrir mais o mercado de produção de gás usado para fazer cloro. Além disso, a Ineos possui armazenamento suficiente para hidrogénio. Portanto, será uma boa ideia e rentável para a empresa britânica.

O aumento da procura por carros elétricos alimentados a bateria não deixou para trás a pilha de combustível. A Hyundai destaca o facto dos depósitos de hidrogénio serem mais facilmente recarregados, oferecerem mais autonomia e terem menos peso.

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