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Primeiro o estudo, agora a exigência de isentar os carros elétricos em sede de IVA

Ontem foi o estudo que apontava como grandes poluentes os híbridos Plug In (e não os híbridos como se diz por aí), destacando a aura salvadora dos elétricos. Hoje são os pedidos de isenção de impostos.

Como o AUTOBLOGUE ontem salientou, o estudo que foi amplamente dissecado  – embora diga pouco e não passe de um repositório de verdades lapalissianas – e exibido como troféu de caça, particularmente em Portugal, pela Associação Zero.

Hoje, alguns dos principais mercados acordaram com as notícias de instituições industriais e do setor automóvel a exigirem remoção do IVA dos veículos totalmente elétricos.

Os ingleses foram os primeiros, com a associação de construtores e comércio automóvel a exigir incentivos à compra com o desconto de 20% aplicado ao IVA e, depois, a remoção do imposto em 2030 quando acabarem os carros a gasolina ou diesel.

Ou seja, os Governos mundiais querem que numa década se passe de pouco menos de 15% de quota de mercado dos veículos elétricos para 100%. Se isto não é acelerar, o que será?

Isto só será possível com os incentivos, bem generosos, para aquisição de automóveis 100% elétricos. Os alemães e os franceses oferecem 9000€, os britânicos vão chegar aos 6500€. Ora, se descontarem o IVA, o preço desce, e de que maneira!, mas o “buraco” fiscal terá de ser tapado de alguma forma.

Contas feitas, tudo se vai decidir com o cliente. Se este se convencer que tem de comprar um carro elétrico, fá-lo-á e deixará todos contentes. Amigos construtores… está nas vossas mãos, porque melhor que isto… só oferecendo!

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