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Toyota coloca à venda segunda geração do Mirai

A segunda geração do modelo equipado com célula de hidrogénio vai estar à venda para já nos EUA e ao longo de 2021 na Europa.

Esta comercialização no Velho Continente será sempre condicionada ao alargamento da rede de abastecimento de hidrogénio. É verdade que a maioria dos governos, incluindo o português, já anunciaram investimentos de aposta no hidrogénio e no redimensionamento da rede de abastecimento. Em Portugal não há indicação sobre possível comercialização, mas será impossível vender o Mirai entre nós, pois só há um posto de abastecimento em Portugal.

Seja como for, aqui está a segunda geração do Mirai, para já na configuração norte americana. Pelas fotos, fica evidente que o carro é, praticamente, igual ao protótipo apresentado em 2019.

A base do Mirai é a plataforma GA-L, cujo desenho permite transportar a célula de hidrogénio para a frente do carro, tirando-a da parte central. Fica assim o chassis mais equilibrado e com mais espaço interior. São cinco lugares, na mesma, mas com muito mais espaço. Com esta nova configuração, o Mirai tem três depósitos de alta pressão cheios de hidrogénio.

Estes depósitos estão dispostos numa configuração em T, com o maior deles a estar posicionado longitudinalmente e os outros dois posicionados debaixo do banco traseiro. Contas feitas, os três tanques conseguem albergar 5,6 kgs de hidrogénio (mais 1 kg que anteriormente). 

Além disso, a Toyota colocou a bateria de alta voltagem e o motor elétrico na traseira por cima do eixo, oferecendo, assim, uma distribuição de pesos 50:50 ao Mirai. A tração é feita nas rodas traseiras.

O carro tem uma nova bateria de iões de lítio que ocupa a anterior bateria de hidreto de níque metal. É mais densa, mais potente e mais leve 2,6 kgs. 

O motor elétrico tem 180 CV e 300 Nm de binário, sendo que todo o sistema permite uma autonomia de 650 km, mais 148 km que no anterior Toyota Mirai.

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