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Vendas europeias recuaram 14% em novembro

Novas restrições à mobilidade e alguns confinamentos devido à propagação da pandemia de Covid-19, ajoelharam o mercado europeu.

A segunda vaga da pandemia acabou por trazer segunda vaga de problemas para o setor automóvel. Resultado: 14% de recuo nas vendas em novembro.

Contas feitas, nos países da União Europeia, Reino Unido e os países da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) foram vendidos 1,05 milhões de unidades, segundo relatório da ACEA (Associação de Construtores Europeus de Automóveis).

Detalhando, o Grupo VW recuou o mesmo que o mercado, ou seja, 14% com a SREAT a registar o pior resultado dentro do grupo com uma queda de 25% das vendas.

A marca VW perdeu 19% de vendas, a Skoda 11% e a Porsche teve menos 4,9% de modelos comercializados. A Audi foi a única a crescer, 1,1%.

No Grupo PSA, a queda foi de 12%, com a Citroen a ter a pior performance com recuo de 16%. Já a Peugeot mergulhou 11%, a Opel caiu 11% e a DS baixou 6,3%.

Olhando para o grupo Renault, perdeu 14% com a Dacia a recuar 15% e a Renault 14%.

Nas cintas da FCA (Fiat Chrysler Automobiles), a queda foi muito inferior apenas 4%, com a Jeep a ocupar lugar de destaque com um crescimento de 16%! Tudo graças à introdução dos modelos híbridos. A Fiat recuou 8,3% e a Alfa Romeo perdeu 11% de vendas. Na Ford, a queda foi dramática com 24% de recuo.

Seguindo para os construtores asiáticos, a Toyota manteve o volume de vendas, mas foi a única. A Nissan perdeu 12%, a Kia recuou 13% e a Hyundai afundou-se com perda de 26% de vendas.

Finalmente, entre os construtores Premium, a líder Mercedes recuou 6,9% enquanto a BMW perdeu 7,9% de vendas, com a Audi a crescer 1,1%.

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