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Ferrari continua sem CEO e viu os lucos recuarem 10% em 2020

John Elkann, herdeiro da família Agnelli, continua como responsável interino da Ferrari, controlada pela Exor, a holding da família Agnelli, o maior acionista privado da Stellantis.

A Ferrari parece que não tem pressa de encontrar um novo CEO depois de Louis Camilleri ter abandonado o cargo em dezembro. E também não revela detalhes sobre o processo de contratação. 

Sabe-se que a lista estreitou para três nomes, segundo a imprensa italiana, todos vindos de marcas de luxo, da moda e da tecnologia: Marco Bizzarri, CEO da Gucci, Stefano Sassi, ex-CEO da Valentino e Hans Hoegstedt, CEO da Tom Dixon (design de mobiliário).

Quanto aos resultados, a Ferrari anunciou que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (EBITDA) foi de 1,14 mil milhões de euros em 2020, menos 10% que em 2019.

Mas a Ferrari acredita numa recuperação que verá o EBITDA subir para um valor entre 1.45 e 1.5 mil milhões de euros.

Os analistas económicos lembram que no ano passado, os mercados ficaram desiludidos com a performance e a governança da Ferrari, cujo “cash flow” foi de 350 milhões de euros, quase metade dos 675 milhões de euros de 2019.

Em 2020, a Ferrari vendeu menos de 10 mil unidades, justificado por sete semanas de paragem da produção devido à pandemia. Porém, acredita-se que a Ferrari irá recuperar rapidamente, mantendo uma margem de lucro operacional elevada, lucros alargados e um “cash flow” elevado.

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