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Sabia que o Mercedes Classe C já vendeu mais de 10,5 milhões de unidades?

Este é só um dos detalhes sobre um automóvel muito importante para a Mercedes que desde 1982 tem oferecido inovações importantes para a indústria e, claro, para a casa alemã. 

Contas feitas são mais de 10,5 milhões de unidades produzidas desde 1982, de um carro que ficou conhecido como o “Baby Benz”. Nome que lhe foi colado pelos consumidores norte americanos quando viram o W201. Era bem mais pequeno que aquilo que a Mercedes fazia e nos EUA mais estranho foi.

Todos se lembram do W201 como o 190. E foi assim que ficou conhecido até que em 1993, no decurso de uma alteração da nomenclatura das gamas da Mercedes. O 190 ou “Baby Benz” passou a chamar-se Classe C. Foi, na época, a segunda família da Mercedes a mudar de nome depois do Classe S ter sido o primeiro.

O Classe C foi muito importante para a Mercedes que na época começou a expandir a sua presença no mercado, numa estratégia de alargamento que ainda hoje se mantém.

O Classe C desde os primeiros tempos que conheceu versões desportivas e desde 1996 que competiu em ralis, em pista e, também, no DTM. E ficaram celebres as versões 190E 2.5 16 e 190E 2.5 16 Evo e, mais tarde, desde 1993, os modelos AMG.

O Classe C é um carro mundial produzido na Alemanha (Bremen), África do Sul (East London) e China (Pequim). No passado, o carro foi construído na fábrica de Sindelfingen (Alemanha), Tuscaloosa (EUA) e Juíz de Fora (Brasil).

Quanto á utilização de novas tecnologias, o Classe C introduziu o compressor volumétrico Roots no C230 de 1995 (W202). Uma reminiscência dos dias de “loucura” dos anos 20 e 30.

Quanto às inovações, a lista é longa. Podemos começar pela suspensão traseira independente multibraços com cinco ligações e sistema anti-mergulho na travagem e na aceleração. Depois falar da utilização da injeção Bosch KE Jetronic para motores a gasolina, motores diesel com isolamento acústico para o 190D. Uma inovação que colou ao 190D o nome de “diesel sussurrante”.

Depois, falamos na construção leve com aço de elevada durabilidade e outros materiais ligeiros que permitia ao 190 pesar, apenas, 1180 kgs.

Ao longo dos anos, foram usados 25 modelos de teste, 53 protótipos bem como 40 veículos para afinar a definição final e homologação. Foram feitos mais de 5 milhões de km de testes.

O Classe C foi o primeiro Mercedes desde 1968 a deixar de ter o famoso travão de mão… de pé. Tinha um tração de mão convencional entre os dois bancos da frente.

Em janeiro de 1985, o 190 tinha jantes de 15 polegadas, lava vidros com bicos aquecidos eletricamente, mono escova limpa para brisas com excêntrico que aumentava o alcance da escova, oferecia de série a direção assistida e a regulação elétrica dos espelhos exteriores (setembro de 1985), motor diesel com 5 cilindros (1985) e depois um seis em linha diesel.

Enfim, muitas inovações, com o primeiro Classe C (W202) a produzir 1.879.630 unidades e o Classe C entre 1993 e 200 produziu 1.626.383 unidades e 243.871 carrinhas. Já a geração do Classe C entre 2000 e 2007, mais a carrinha entre 2001 e 2007 e o Sport Coupé entre 2000 e 2011 (a partir de 2008 chamou-se CLC), foram produzidas, respetivamente, 1.529.921, 373,873 e 210.709 unidades.

Entre 2007 e 2014, o Classe C produziu 1,836.349 unidades, 429.939 carrinha e 150.829 unidades do Coupé, num total de 2.417.117 veículos.

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