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Suzuki apresentou online o novo SUV da casa japonesa, o S-Cross

A casa japonesa não quer voltar costas à Europa e por isso leva o S-Cross para o patamar de SUV e até vai trazer um sistema híbrido para a gama em 2022.

O novo S-Cross é o mais recente modelo da gama SUV 4WD que a Suzuki tem vindo a construir ao longo de 50 anos. 

“Ousado, sofisticado, versátil. O novo S-CROSS é um SUV que se enquadra nestes três conceitos, e em todos num nível muito elevado”, sublinhou o engenheiro-chefe do modelo Shigeru Aoyama. 

O estilo é de um SUV elegante com uma grelha frontal de generosas dimensões em piano-black, elegantes faróis dianteiros equipados com LED de três pontos de alta luminosidade, e guarda-lamas quadrangulares nas rodas dianteiras e traseiras, em conjunto com detalhes prateados à frente e atrás.

O S-Cross tem um motor turbocomprimido 1.4 BOOSTERJET de injeção direta, e o sistema SHVS mild hybrid de 48V. O sistema 4×4 AllGrip Select e um elevado número de tecnologias de segurança avançada adicionam diversão à condução.

O interior conta com um design tridimensional, que combina com o carácter de um SUV. O espaçoso habitáculo acomoda cinco adultos, ao mesmo tempo que uma bagageira com 430 litros de capacidade assegura versatilidade. O teto solar panorâmico incrementa o bem-estar a bordo.

O presidente da Suzuki, Toshihiro Suzuki declarou com orgulho que “na Europa, todos os nossos automóveis de turismo são ‘mild hybrid’ ou ‘strong hybrid’, e incrementaremos a nossa gama de ‘strong hybrids’ no ano que vem”. 

O novo S-CROSS será fabricado na Magyar Suzuki, na Hungria, e será vendido na América Latina, na Oceânia e na Ásia. As vendas na Europa terão início no final do ano. 

O novo sistema Strong Hybrid da Suzuki combina um motor de combustão de novo desenvolvimento com um único motor-gerador (Motor Generator Unit, ou MGU) e uma caixa de velocidades robotizada (Auto Gear Shift, ou AGS). Funciona tanto na condução híbrida como na condução elétrica (motor térmico inativo), para reduzir o consumo de combustível.

Inclusivamente numa gama baixa de rotações, o potente e eficiente motor elétrico pode fazer arrancar e acelerar o veículo suavemente, e, também, propulsioná-lo sem recurso ao motor térmico (condução elétrica com motor de combustão inativo) enquanto desliza, circula e move-se em marcha-atrás, para realizar a manobra em silêncio e com o mínimo consumo de combustível.

Um elemento importante do novo sistema é a localização do MGU no extremo da saída da AGS, uma transmissão que opera de forma automática a caixa manual e gere a embraiagem. Graças a esta configuração, a força da MGU é transmitida diretamente ao eixo de transmissão, para preencher o vazio de binário durante a troca de mudança, o que transmite uma sensação de suavidade nesta operação. Para mais, ajuda a recuperar a energia cinética e gera eletricidade de forma eficiente, ao desligar e soltar a embraiagem durante a desaceleração. O que aumenta a autonomia em condução elétrica.

É possível escolher entre o modo standard e o modo Eco. No modo standard, o MGU assiste mais frequentemente o motor, para uma condução mais enérgica, enquanto que, no modo Eco, aumenta a frequência da condução elétrica, para melhorar a eficiência de consumo de combustível.

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