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EuroNCAP analisou sistemas de condução semiautónoma de 7 automóveis… saiba qual foi o melhor!

Porque são cada vez mais generalizados, os sistemas de condução semiautónoma necessitam de ser controlados para evitar acidentes desnecessários. Foi exatamente isso que a EuroNCAP fez ao testar sete automóveis diferentes.

Os sistemas de condução semiautónoma não são todos iguais, apesar do nome poder ser semelhante, as funções iguais e os resultados aproximados. Porém, todos têm as suas personalidades.

A razão para isso reside nos sensores e nas câmaras que são usadas para que o sistema central de controlo possa tomar decisões. Ora, nem todos os sistemas possuem a mesma qualidade neste particular, muitas vezes com diferenças substanciais nos produtos da mesma marca!

Compreensível porque o preço de um utilitário não é o mesmo de um topo de gama ou um desportivo e os custos de desenvolvimento e de instalação no veículo são muito diferentes.

Por isso mesmo, a EuroNCAP decidiu testar sete modelos diferentes: BMW iX3, CUPRA Formentor, Ford Mustang Mach E, Hyundai Ioniq5, Opel Mokka-e, Polestar 2 e Toyota Yaris. Comum a todos? Um sistema de ajuda á condução em via rápida.

O protocolo da EuroNCAP para este teste incluía os testes clássicos – funcionamento do cruise control adaptativo em linha reta e em curva contando com o tráfego e capacidade de fazer um S a 80, 100 e 120 km/h – e outros como a forma como a eletrónica faz o seu trabalho, a forma como gere aquilo que o condutor faz e as diferentes ajudas oferecidas.

Contas feitas, o BMW iX3 foi o melhor. Recolheu uma pontuação final de 83% pela competência do sistema em si e 86% pelas medidas de segurança que a BMW colocou no iX3 para que tudo funcione de forma a proteger os ocupantes.

O CUPRA Formentor e o Ford Mustang Mach-E ficaram logo a seguir, com o Polestar 2 e o Hyundai Ioniq5 a fechar o Top 5. Na cauda do estudo ficam o Toyota Yaris e o Opel Mokka-e.

Quanto ao objetivo do estudo, era mostrar que as tecnologias empregues na condução autónoma parcial começam a democratizar-se, mas que não se deve confiar em demasia nelas, especialmente, nos segmentos inferiores.

Deixando claro que os sistemas de ajuda à condução e a condução semiautónoma, mesmo os primários, prestam um bom serviço assistindo o condutor. Porém, não devemos ser levados a pensar que estando o carro equipado com estes sistemas, pode relaxar a concentração e esperar que seja o veículo a cuidar do seu trabalho.

É verdade que durante alguns segundos os sistemas conseguem controlar o veículo, mas na esmagadora parte do tempo é você, o condutor, quem tem de zelar pela sua integridade e pela dos outros.

Sabemos todos que a tecnologia está a avançar a galope e o que hoje é verdade, daqui a uns meses já não é. Mas, para já, use as tecnologias de ajuda à condução, mas não abuse porque o acidente por estar ali ao virar da esquina.

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