Opel será marca totalmente elétrica na Europa até 2028

Opel será marca totalmente elétrica na Europa até 2028

04/03/2022 0 Por Autoblogue
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Oferecendo, já, doze versões eletrificadas, a Opel completou a eletrificação da gama de veículos comerciais e até 2028 a marca do relâmpago será elétrica.

O esforço da Opel para tornar-se uma marca 100% elétrica, na Europa, até 2028. Assim, cada modelo da gama terá uma versão eletrificada e os sucessores do Crossland e do Insígnia já serão 100% elétricos. Mas há muito mais!

A Opel já oferece uma abrangente seleção de modelos eletrificados, podendo os clientes encomendar doze variantes eletrificadas – desde o pequeno Opel Rocks-e até ao furgão de transporte Movano-e. Uma nova proposta elétrica a bateria seguir-se-á até meados da década na nova interpretação do Opel Manta. Também os sucessores do Opel Crossland e do Opel Insignia serão elétricos.

Opel será marca elétrica

Opel será marca elétrica

“A Opel está num caminho consistente para se tornar elétrica e num tempo recorde. Estamos, portanto, a dar um importante contributo para a redução do CO2. E não vamos parar com a conversão da nossa gama de produtos: em conjunto com os nossos parceiros, vamos fabricar as nossas próprias baterias de elevada performance em Kaiserslautern, já em 2025. Além disso, está a ser construído um novo ‘campus’ de recursos ecológicos na nossa sede em Rüsselsheim”, afirmou o CEO da Opel, Uwe Hochgeschurtz, explicando a estratégia da marca. 

O objetivo final da Opel é oferecer veículos elétricos que vão ao encontro, na perfeição, às exigências dos clientes: no futuro, isto inclui autonomias de condução entre os 500 e os 800 quilómetros e uma capacidade de carregamento rápido de 32 quilómetros por minuto.

Opel será marca
Opel Manta-e Concept

O regresso do Opel Manta: Nova interpretação com alma elétrica

Em meados da presente década, a Opel vai reinventar o Manta como automóvel puramente elétrico. Um Manta, adequado aos tempos modernos, sem emissões e versátil, numa proposta por que os fãs anseiam.

“O novo Opel Manta voltará a ser um automóvel altamente emocional. Com energia elétrica que garante uma aceleração de primeira água. O nosso Manta vai, mais uma vez, defender o conceito de puro prazer de condução. Vamos construir uma fascinante e espantosamente espaçosa nova interpretação”, referiu Hochgeschurtz.

Produção arranca em 2025: Giga-fábrica em Kaiserslautern

Em conjunto com os parceiros Total/Saft, a Stellantis e a Opel fundaram a “Automotive Cells Company” (ACC). Há alguns meses, a Mercedes-Benz juntou-se a esta joint-venture. Com esta parceria, as partes estão a criar um player de classe mundial no campo do desenvolvimento e produção de baterias de elevada performance para a indústria automóvel. Para além disso, os parceiros anunciaram que iriam aumentar a capacidade industrial da ACC em Kaiserslautern para um máximo de 32 GWh. Isto representa uma verdadeira giga-fábrica para a produção de pilhas de bateria modernas com base em Kaiserslautern, local de tradição para a produção de componentes e motores.

Opel será marca pioneira da mobilidade elétrica

A Opel estava, de facto, à frente do seu tempo no que diz respeito ao lançamento no mercado de automóveis elétricos perfeitamente adequados para o quotidiano. Já em 2012, um júri internacional de especialistas elegeu o Opel Ampera como “European Car of the Year” (COTY). O Ampera era um pseudo coupé de quatro lugares com um chamado extensor de autonomia. Tal como acontece com os híbridos plug-in do presente, a sua bateria era carregada externamente. Em condução, um motor de combustão combinado com um gerador de 54 kW fornecia sempre um volume de eletricidade suficiente. O Ampera já então podia percorrer um máximo de 80 quilómetros em modo puramente electrico, mas com o suporte do extensor de autonomia, essa distância cresceu para cerca de 500 quilómetros.

Seguiu-se, em 2016, um modelo compacto puramente elétrico, o Opel Ampera-e. Uma única carga da sua bateria de iões de lítio de 60 kWh permitia-lhe cobrir uma distância máxima de 520 quilómetros (de acordo com a regulamentação NEDC), o que neste momento representa cerca de 30 por cento mais do que o concorrente mais próximo do seu segmento. Além disso, este automóvel elétrico garantia uma potência de 150 kW / 204 cv e acelerava dos 0 aos 50 km/h em apenas 3,2 segundos, valores comparáveis a um modelo desportivo. 

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